21 julho 2014

#projetocabeceira: Três Livros Adolescentes Imperdíveis


















Desde que li A Culpa é das Estrelas e me surpreendi, meu desejo por conhecer mais da nova literatura juvenil cresceu. Mas nada de  histórias fantásticas, queria ficção com cara de realidade. Por acaso, descobri esses dois livros da foto. Vou ser honesta: comprei os livros pela capa. Vi no site da Saraiva a capa de Extraordinário e fiquei curiosa, li a sinopse e resolvi comprar. O próprio site me sugeriu Perdão, Leonard Peacock, na hora em que comprei o outro. Como era do mesmo autor de O Lado Bom da Vida (que não li, mas vi o filme e gostei), resolvi colocar no pacote. A compra desses dois livros me deixou mais longe do meu objetivo de ler, até o fim do ano, os livros que já tenho, mas me levaram a um terceiro livro   The Julian Chapter   e foram descobertas incríveis! Vamos por partes!


Livro #7



















Pra mim, foi do tipo "impossível dormir sem ler mais um pouco". Li o livro em 24 horas, varando a madrugada. Como disse, comprei porque a capa e título me deixaramm intrigada e eu digo: às vezes, comprar um livro pela capa vale a pena. A autora conta  a história de August Pullman, um garotinho que nasceu com uma deformidade facial muito grave, que trouxe desde sempre complicações pra sua saúde e dificuldades como mastigar, ouvir, já que o seu rosto não se formou como os outros. Acredito que cada um que ler irá imaginar August de um jeito. "o rosto dele parece que derreteu", é o que um dos personagens descreve. O fato é que August é um garoto normal, que pela primeira vez vai a escola frequentar o ensino médio. Até então, ele estudava em casa. Lá, ele passa por  bullying, dificuldades, mas acaba ensinando toda a escola uma lição linda. O professor preferido de August, que todo mês passa preceitos para os alunos, bate sempre na tecla da gentileza. "Escolha ser gentil". E é isso que August ensina a todos. 


















O livro me levou a um lugar profundo, por vezes, parei de ler pra refletir o que acontecia ali e aprendi de verdade com August. Imaginei cada garotinho que, tendo a consiciência de que é diferente, precisa se encontrar dentro de uma normalidade, passar por tanta coisa e tantos questionamentos, como "por que eu nasci assim?", "por que as pessoas não me enxergam como eu sou por dentro?". O livro emociona, chorei lendo. Acho que todo adolescente, toda criança deveria lê-lo. É dividido por partes nas quais a história vai sendo contada através do ponto de vista de cada um da vida dele: a irmã, o amigo da escola, etc, com exceção do colega que comete o bullying, o Julian. Confesso que fiquei ansiosa pra saber o que se passava pela cabeça dele. Depois, fui futricar o site da autora, que iniciou um movimento antibullying com o seu #choosekind (escolha a gentileza) e simplesmente lá descobri que  minha curiosidade em saber o que Julian passava estava com os dias contados: ela tinha escrito um livro só com o capítulo dele!


Livro #8




Assim que vi no site que ela já tinha lançado nos Estados Unidos The Julian Chapter, fiquei louca pra ler. Era preciso saber o que se passa na cabeça de quem faz o bullying. O que achei uma puta sacada, porque, afinal, nunca ninguém mostrou o lado daquele que comete a violência. Infelizmente, a Intrínseca ainda não lançou o livro em português, e como eu não queria esperar, comprei no iBook a versão em inglês pra ler no iPad mesmo por módicos   juro   U$ 2,99! Eu nunca tinha lido um livro em inglês, mas é bem fácil a leitura e deu pra entender tudo. Simplesmente, quem ler vai se surpreender. O Julian não é o grande vilão que imaginamos, o bullying que ele comete nada mais é do que a defesa idiota de um garoto cheio de problemas a serem resolvidos. Rapidamente, a raiva por ele vai embora e a gente começa a entender a mente dele também. O livro é pequeno e rápido. 

Pra quem quer ir mais afundo no mundo de August Pullman, a autora também vai lançar Os Preceitos do Sr. Bowne, com tudo o que o professor legalzão ensina aos garotos.



Livro #9





Olha que modelo linda arrumei: a Nico Blue. :) Quando comecei a ler, confesso que quase me arrependo de ter comprado esse livro. Achei  bem chatinho. Mas não desisti, ainda bem, porque ao longo da leitura, ele vai ficando muito interessante. É denso e sombrio. A história acontece em um dia  na vida de Leonard: é o seu aniversário  e ele decide que vai matar o melhor amigo e se matar em seguida, com a p-38 que foi do seu avô. Coincidência ou não, é mais um livro que conta o ponto de vista do adolescente perturbado, que é capaz de cometer coisas que vão além da nossa compreensão. É um professor, Silverman, que também o ajuda. Leonard é sozinho, abandonado pela família, seu único amigo é um vizinho já idoso, ele nunca teve namorada, e mesmo assim tem uma forma muito lúcida de pensar e ver o mundo, o que infelizmente não consegue é  se projetar, é fazer com que os outros enxerguem isso. E assim, ele se  encontra em um estado de solidão e abandono tão grande, que prefere deixar o mundo. Ao longo do livro, descobrimos o momento crucial em que os problemas de Leonard começam,  num episódio trágico e marcante de sua vida. O livro mostra exatamente o que Silvermann, o professor fala em uma de suas aulas: "podemos ser humanos e monstros ao mesmo tempo. Ambas aspossibilidades estão em nós".

17 julho 2014

Quase Mexicana


O mês em que a rapaziada de Belém mais espera tá na metade e eu continuo branca, não peguei uma praia. Essa é a primeira coisa que vocês vão perceber. Eu sei que tem gente que não é de Belém e lê o blog, portanto, explico: aqui, é verão em julho. 

Enquanto mantinha meu bronze apartamento, nesse tempo que andei sumida no blog, algumas coisas evoluíram e vocês logo vão reparar as seguintes:

1. Já não estou mais de botinha e já comecei a "desmamar" da muleta! Ando agora com uma bengalinha, tal qual Doutor House! Aaaaah, o prazer da quase liberdade... Tenho saído pouco, mas agora, já consigo colocar peso no tornozelo bichado, e isso faz MUITA diferença.

2. Alguns sapatos já estão cabendo em mim! Yei! Como é bom poder usá-los de novo. Já os saltos, não sei quando vou conseguir colocá-los.

3. Completei dois meses sem fumar! Palmas pra mim! Virei adepta temporária dos cigarros eletrônicos, que são polêmicos, mas me ajudaram a ir freiando o vício. Comecei com pouca nicotina e agora até eles tenho usado pouco e com nicotina zero. (Depois, faço um post sobre isso)

3. Estou gorda. hahahahaha #diáriodabaleia E pelo jeito não vou emagrecer tão cedo. Parada desde 20 de abril, sem fumar, entendiada, comendo horrores. Ainda não posso fazer exercício nenhum, socorro! Preciso de uma intervenção das Blogger4Fit porque não tenho força de vontade pra fazer dieta a essa altura do campeonato. hahaha Mas tudo bem, quilos são coisas que um dia, com paciência, consigo perder e não são mais importante que a recuperação do meu tornozelo. E com a lente wide e fisheye a gente fica mais fina, porque fica só cabeça. hahahahaha

4. Estou cabeluda! Cabelão, cortar ou não cortar?  



 E vamos ao que interessa. Meu marido quando olhou essa saia, perguntou se eu a tinha comprado no México. Não, ela é da Farm. Mas não é que ela tem uma pegada meio chicana, mesmo? Ela é envelope, nem longa, nem curta, nem midi! Tem essa estampa linda e por isso eu combinei com a bolsa (essa sim eu comprei no México) toda estampada nas mesmas cores. A camiseta, também Farm, é um cropped que usei pra dentro da saia. E pra fechar, alpargatinha vermelha da Riachuelo, óculos Giant Vintage, braceletes são muito antigos, não vou lembrar de onde são, muito menos o colar. #foimalgalera





16 julho 2014

A Blogueira e o Monstro



Oi? Ainda lembram de mim? :)

Escrever um blog é como qualquer relacionamento. Temos altos e baixos, temos momentos de muito carinho, outros, nem tanto, temos crises, brigamos, fazemos as pazes... E como toda boa história de amor, que só tem graça quando tem muita paixão envolvida, existe aquela hora em que a gente para e pensa: vale a pena? Ainda damos certo?

Alguns amores merecem que a gente lute pra que a chama fique acesa, pra que haja um futuro. Outros não nos inspiram a gastar tal energia. Por isso, é preciso ter uma DR de vez em quando com o próprio blog.

O momento pelo qual tenho passado é de muitos questionamentos, pessoais e profissionais. Os acontecimentos me obrigaram a parar e pensar, inclusive sobre esse caso de amor virtual, que se chama Diário da Plebeia. Passei pela fase da completa impossibilidade de fotografar ou sair. Perdi eventos, oportunidades legais. Fiquei sem ânimo, com preguiça mesmo de postar sobre qualquer coisa. Tirei férias pessoais. Li muito, vi muitos filmes, séries novas e por um tempo, decidi que não iria mais me expor aqui. E nem teria mais paciência pra me fotografar a cada vez que me vestisse. Mas cá estou eu me expondo, e se o assunto é vestir, pela primeira vez, estou fazendo o contrário: me despindo. 

De uns tempos pra cá, eu criei um preconceito com o termo "blogueira de moda". Hoje, é quase pejorativo ser chamada assim. Pudera. Criou-se um rótulo - muito escroto - em torno da blogueira de moda: a que se acha, a que se vende, a fútil. Tirar foto de si mesma é um puta egocentrismo, sejamos honestos. Mas todo blogueiro é egocêntrico. Ele quer mostrar ao mundo que existe. 

Voltando ao papo da blogueira de moda. Não sou crítica, expert, como sempre deixei claro neste blog. Eu APENAS GOSTO DE MODA. Da minha moda. Eu sou blogueira, porque tenho blog. Apenas. Se alguém me considera "especialista" em moda por ser blogueira, posso dizer que sou blogueira das mais fajutas: eu leio pouquíssimos blogs de moda, me interesso por uma moda muito específica, odeio conversar sobre belezinhas, maquiagenzinhas e afins. O famoso papo de salão. Detesto. Até salão de beleza, só vou por necessidade. Adoro estar de unhas feitas, mas tenho preguiça de salão. Adoro andar maquiada, mas não tenho hábito de comprar mil makes e produtos e cremes (tanto que é raro aparecer algo aqui, como resenhas, a não ser que eu realmente tenha gostado MUITO). Uso qualquer xampu, não tenho preferência, nem fico correndo atrás das marcas do momento (devo ter sido a última blogueira na terra a descobrir que Aussie sou daquelas que torra horrores em tratamentos pro cabelo. Uso  e gosto de tudo com moderação. E não, meu assunto preferido NÃO É MODA. Existem mil coisas pelas quais me interesso, antes disso. Moda é apenas uma delas. Definitivamente um dia de princesa, pra mim, não é num salão fazendo escova e limpeza de pele, é num boteco tomando uma, é curtindo uma praia com meus amigos, é assistindo um filme no rabo do outro de pijama e sem pentear os cabelos o dia todo.

"Mas, então, por que diabos você tem um blog de moda?" Eu tenho um blog de estilo e falo sobre moda como uma consumidora e curiosa, não como uma exímia conhecedora sobre tudo o que envolve moda. Minha vaidade está em vestir coisas que eu gosto, peças diferentes, brincar com estilos. Porque é assim que gosto e consumo moda. O que não significa que eu não tenha outras vaidades, não adore promoção e ganhar um batom novo, como toda mulher. Moda é um dos temas que gosto, mas nunca fui e nunca serei escrava dela. Ao fazer o Diário da Plebeia meu intuito era mostrar que dá pra ser diferente, na época, não existiam quase referências no Norte e principalmente em Belém. Eram poucas blogueiras. Queria dividir ideias de estilo, ideias livres. Hoje, nossa cidade virou uma fábrica de bloggers, o que por um lado é ótimo: para leitoras, consumidoras, existem vários estilos, sites, discursos e referências diferentes. É bom ter muita opção. Existe gente se revelando, fazendo trabalhos legais. Por outro, é ruim, porque como tudo na internet, o blog é um espaço democrático, então qualquer pessoa pode escrever um blog sobre tudo, inclusive moda, mesmo que não tenha talento pra isso. Na blogsfera do Brasil inteiro existem pessoas que, ao resolverem criar uma conta no blogspot ou wordpress, passaram a se achar Constanza Pascolato, mas eu tenho certeza que ela sentaria na calçada e choraria ao se deparar com certas coisas. Talvez chorasse vendo meu blog também, mas eu não sou pretensiosa. Resta a parte que serve de consolo: sempre existe público pra tudo. 

Que fique claro: respeito o trabalho de várias blogueiras. Existe muita gente boa, criativa, que realmente inspira. Existe gente simples, gente em que a gente pode se espelhar, mesmo que o estilo não seja o nosso, gente competente. A internet é um mar de descobertas. A gente se surpreende muito procurando coisas. 

Então, eu voltei a pensar em "eu blogueira". Em como sempre fui sem mimimi, sem frescuras e no entanto... Tenho um blog de moda. Faz sentido? Como aturar "o papo de mulherzinha" de alguns encontros? Sendo que eu presto um serviço feminino? Ou como evitar conversas fúteis se presto um serviço de futilidades? Tudo o que eu não gosto, não sou, não usarei, não venderei. Não falo gíria de blogueira, rio na frente do computador quando leio "mimo", "in love 'nessa' bag" e coisas parecidas. Mas já tirei selfie no espelho também. Mando cotoco, ouço Ramones DE VERDADE e bebo cerveja, desculpem. Será que é isso que esperam de uma blogueira? Me sinto como em O Médico e o Monstro. É possível coexistir em mim, a blogueirinha e a mulher-ogro?

Não sei. Mas mudar para agradar, é impossível. O fato é que depois de tanta DR entre o blog e eu, decidi dar mais uma chance pra nossa relação. Até o prezado momento, era fisicamente impossível fazer o que mais gosto aqui, mas já estou bem melhor e portanto, o Diário da Plebeia e eu vamos fazer como aqueles velhos casais que terminam e voltam: vamos aos poucos, sem forçar a barra, do jeito que der, mas vamos ficar juntos. E mais, esse período de reflexão, me levou a outro lugar: voltei a escrever. E por isso, não vou manter uma relação mongâmica com o Diário. Vou ter um amante: um blog novo pra escrever. Pra quem não sabe, comecei como blogueira em 2004, escrevendo crônicas, e fui, depois, durante 5 anos, blogueira do Portal ORM, com o blog da Luly, cheio de textos e contos, até em 2010, criar o Diário da Plebeia. Então, logo mais vocês terão outro espaço pra gente se encontrar também. Sabe, acho que era isso que faltava: um amante. :) 

Nasci pra falar o que penso e dividir com o mundo, ser lida, vista. Ainda que nada do que eu pense seja importante ou revelante pra algumas pessoas. Posso falar de roupas, mas também quero me desnudar. De algum jeito, devo ser estriônica, só pode. Mas essa sou eu. Siga-me ou bloquei-me! E você, que me lê, já decidiu de quem gosta mais? Da blogueira ou do monstro?

Camiseta EU BELÉM (masculina)

23 junho 2014

Borogodum com Ziriguidó














Look de hoje: vestir amor.

O meu marido é uma das pessoas mais pacientes que conheço: odeia super exposição, o que entre outras coisas, significa ficar tirando fotos ou postá-las. Mesmo assim, encara a "Plebeia" como parte do seu dia a dia, não apenas tendo a paciência de me ouvir falar sobre blog, moda e afins, mas se dispondo a tirar fotos quase todos os dias (hoje, não mais, porque ele quase não tem tempo), com direito a palpites. E, mesmo contrariado, permite que eu o fotografe nas nossas viagens, em casa e quase sempre que eu peço.

Ele também é anti-moda. Acho que nunca comprou uma roupa pra si mesmo na vida. Antes de mim, era a mãe dele que comprava suas roupas! Usa um único tênis o tempo todo. Cada camisa que entra no guarda-roupa, uma outra sai pra doação imediatamente. Quando era novo, só usava preto. Hoje, até camisa da Copa, ele usa por mim. Ah, Copa é uma coisa que ele adora.

Então, por tudo isso, penso que, além de ser uma pessoa paciente, ele também deve ser uma das pessoas mais apaixonadas que eu conheço. Que sorte que é por mim! 

Pela primeira vez, ele participou de uma sessão de fotos pro blog (o que é mais uma fofura da parte dele), no Dia dos Namorados, que coincidentemente, foi o mesmo dia da abertura da Copa com o jogo da nossa seleção. Durante o dia vi o instagram repleto de flores, bombons, presentes caros, cafés na cama, jantares incríveis e ostentações para provar quem era o namorado mais "dedicado e apaixonado". Engraçado... Não tivemos nada disso e continuo achando que ele é o melhor do mundo. Não compramos presente um pro outro, o que não significa que não ganhamos nada: o Rapha gravou uma música que ele compôs pra mim. Sozinho, tocou bateria, depois violão, baixo e cantou. Gravou cada coisa separada no estúdio, juntou e fez parecer que havia uma banda tocando com ele! Depois, me entregou o CD. Sem saber disso, eu fiz quase a mesma coisa: gravei uma música pra ele. A diferença é que foi em casa, um vídeo caseiro, mal feito e engraçado, com uma paródia nossa da música da campanha da Globo pra Copa. O meu fez ele gargalhar, o dele me fez chorar muito. 

No dia dessas fotos, a gente brigou na hora dos cliques (nem parece, né?), porque ele ficava tentando atrapalhar e eu sem paciência, sem muleta, com calor, o esculhambava! hahahaha A gente briga muito, como todo casal. Tem muitas diferenças, defeitos, tem dias de tédio, tem momentos em que quer matar o outro, mas sobretudo, a gente é de verdade, de carne, osso, alma e coração. E tem uma vontade imensa de realizar planos e coisas juntos. E é isso que faz da gente um puta time bacana. Juntos temos isso mesmo: borogodó e ziriguidum ou borogodum e ziriguidó. Como eu já falei: pra que ser Romeu e Julieta, quando é tão legal ser Rui e Vani?

Pra quem odeia exposição, ler isso aqui vai ser um choque. Mas, amor, é que eu te amo muito, então, desculpa? E obrigada por tudo!






Cara de cu porque tirar foto de corpo inteiro usando bota ortopédica merece.


Apostando o bolão do dia. E aí? Quem vai ganhar hoje, no Brasil x Camarões?


P.S. Hoje, o fotógrafo do dia foi meu irmão Luccas.

Dele: camiseta Chico Rei  e Bermuda Riachuelo / Meu: Camiseta  e cardigã Riachuelo, short e colar Renner, tênis Adidas, óculos Giant Vintage, mix de pulseiras do comércio

21 junho 2014

Copa Black: Faça Você Mesmo

Nem todo mundo curte se fantasiar de verde e amarelo durante a Copa e sair por aí que nem um periquito com todas as cores da bandeira (como eu). Tem gente que é um pouco avessa a muita cor e não abre mão do pretinho básico, mas mesmo assim, quer ter o direito de usar uma camisa ufanista, ué! Então, escolhi procurar uma camiseta que fugisse ao nosso tradiconal canarinho pra fazer um look de Copa descolado, com estilo, mas diferente.

Foi dando uma voltinha pela Riachuelo que eu achei uma camiseta masculina, toda preta, com a turma do Star Wars em verde e amarelo. Além de ser bem torcedor-geek, é discreta e ao mesmo tempo cool. Comprei já pensando em customizar e fazer a minha Copa Black! Bem facinho, só colocando tachinhas. Olha só, como ficou:

 Não tem mistério, gente. Qualquer retardado sem habilidade (oi!!!) consegue: 



Você precisa apenas de tesoura e tachinhas. 
1: Corte as mangas e deixe a cava do tamanho que você quiser, quanto mais cavada, mais legal. 
2. Corte a gola um poquinho.
3. Comece a aplicar as tachinhas: o tecido é furado por elas mesmas, com as pontas que devem ser dobradas em direção ao centro, no avesso (como mostra a foto). Use algum objeto pra ajudar a empurrar as pontinhas pro centro, pode ser a própria tesoura. 


Agora, que você já tem a sua camiseta customizada - ela não precisa ser igual a minha - aqui vão algumas ideias pra fazer a sua torcida Black, seja ela rock and roll, descolada, básica, mas sempre MUITO FASHION!




09 junho 2014

#diariodaperneta: 2 Looks com P&B e Botinha

Duas coisas que aprendi desde que imobilizei o pé:

1- Usar calça é praticamente impossível, especialmente jeans.

2 - O ato de se arrumar, usando muletas, cansa MUITO. Seja o mais prático possível na hora de escolher uma roupa.

3 - Se a vida te dá uma botinha ortopédica, coloque outra de couro!

Nos dias em que precisei levantar a bunda da cama para trabalhar, não deixei de registrar os looks: simples, práticos e charmosos pra "perneta" nenhuma botar defeito.


Claro que a gente tem que ser prática. O caminho do chuveiro pra cama já me deixa suada. Não dá pra perambular e fica escolhendo muito em frente ao guarda-roupa porque pra não cansar, seria preciso ter uma babá pra ficar pegando as coisas pra gente. A melhor coisa é escolher short jeans e camiseta ou um vestidinho e pronto. Apesar de trabalho não ser lugar de short, o meu permite. Lá também faz um friozinho por conta do ar geladão. Então, fui de short jeans, pra ser prática, e escolhi o moletom verde, com as mangas listradas pra que, além de proteger do frio, eu ficasse charmosinha. hahaha. Sem muito enfeite e acessório, pela praticidade. Escolhi então apenas um colar com franjas em metal e a botinha com tachas, que além de dar um up na roupa, ainda "casa" com a botinha ortopédica. Que tal? hahaha

Moletom She Inside / short Marisa / Colar e Bota Riachuelo




































































Aí, no outro dia, eu fui contra a primeira lei e coloquei uma calça. Claro, porque calça legging dá. Ela é molinha e como eu posso tirar a bota, ela passa pelo pé. Aí, a gente volta a ser prática: joga uma camiseta bem bacana como essa masculina do Breaking Bad (que eu amava!), prende o cabelo, que amanheceu ruim, num coque alto e lança mão de um maxi colar pra dar o charme no look. Mais uma vez a tática da bota: só que dessa vez, sem spike. E a minha manha pra tirar fotos, escondendo a botinha ortopédica? É só se escorar em algum lugar pra não cair e colocar ela por trás da perna. hahahahaha

Camiseta comprada na Galeria do Rock (SP) / Legging Bershka (México) / Botinha comprada em lojinha em San Telmo (Buenos Aires) / colar de fast fashion (não lembro qual delas, ops!)


P.S. Repararam como a perna direita tá mega fininha? Fuén. São os ônus de ficar um mês e meio com ela parada: tá super fininha, enquanto a outra, que tá sustentando o peso do corpo tá até musculosa! Tá ou não tá difícil a vida de PNE temporário? Mas dá pra levar, né, gente? Nada como um sorriso no rosto e agradecer todos os dias por estar bem, melhorando e viva! Beijos e boa semana!

06 junho 2014

12 Ideias pro Dia 12!














Que #movimento11, que nada! Sim, a Copa começa no Dia dos Namorados já com um jogo do Brasil. Enquanto um monte de gente vê desvantagens, eu só enxergo vantagens! Dia dos Namorados é sempre aquela data em que você se obriga – e obriga seu namorado – a fazer alguma coisa legal de qualquer jeito porque não pode passar em branco. Pelo amor de Deus, minha gente, todo mundo sabe que o pior dia pra sair pa jantar, ir pra motel, etc é no dia 12 de junho, quando tudo é lotado. 

Então, pensem comigo: esse ano acabou a obrigação de inventar alguma coisa incrível, esse trabalho já foi feito pela Copa! Seu namorado vai fazer o que provavelmente ele mais ama que é assistir um jogo de futebol e ainda sendo do Brasil. Tenho certeza que você, mesmo que não seja fã de futebol, também ama Copa do Mundo. Então, se joga na comemoração verde e amarela com seu gato e vai ser feliz!!! 

Aqui, vai um empurrãozinho com 12 ideias pra surpreender o seu amado no dia do jogo:



1.Comemore o Dia dos Namorados em equipe: reúna vários casais e prepare um almoço gostoso, pra depois todo mundo assistir ao jogo juntos! Enquanto os homens falam de futebol, você se junta com as amigas pra falar das pernocas dos jogadores (pensa que eu não sei?)

2. Se a ideia for permanecer a dois, prepare a casa para o amado: faça uma mesa bem decorada de verde e amarelo pra um almoço a dois; abasteça sua geladeira com a cerveja preferida dele para vocês assistirem ao jogo juntos. No Dia dos Namorados, nada melhor que pegar aquele porre de felicidade com o seu gato, né?














3.O jogo a dois pode ficar mais picante: prometa que a cada jogo do Brasil, você vai tirar uma peça de roupa!

4. Dê uma camisa do Brasil de presente, claro! Você pode mandar fazer uma camiseta cara-metade ou uma caneca de cerveja personalizada! 

5. Faça um bolão safado da Copa com o seu gato: a aposta podem ser beijos e outras safadezas a dois, no final de cada jogo! E torça pro gol, néam...



















6. Faça um cartão diferente: além de declarações e fotos, coloque o calendário com os horários dos jogos, tudo personalizado por você. Diga que ele bate um bolão!

7. O dia pode começar com um belo café da manhã a dois, cheio de romance, ou um café na cama. E terminar com você dando de presente um barril de Heineken!

8. Compre uma fantasia de árbitro ou bandeirinha e prepare os cartões amarelo e vermelho. No final do jogo, faça uma surpresa pra ele, no quarto, e deixe a imaginação tomar conta dos dois!

9. Se ele é desses que gosta de ver jogo da Copa em barzinho, compre uma taça ou caneca gigante e leve escondido. Chegue mais cedo e peça pro garçom encher a super taça de cerveja e entregar pra ele, com um bilhete engraçadinho seu: “você é o meu campeão do mundo, por isso a taça é sua!”

10. Grave um vídeo cantando a musiquinha da Copa, como no comercial, mas com uma versão sobre vocês e mande pra ele!

11. Se ele tiver o álbum da Copa, dê uma caixa cheia de figurinhas pra ele completar o álbum. Se ele não tiver ainda, trate de comprar um pra dar de presente, também com uma caixa recheada de figurinhas.

12. Compre presentinhos temáticos pra ele: faça um kit Copa!

1,2,3 e 5: Vaca e Cia / 4: Design Mania / 6: Chico Rei / 7: Use Huck


















E se depois de todas essas dicas, você não tiver tempo, nem criatividade pra nada, simplesmente, se enrola na bandeira do Brasil, pega sua vuvuzela e deixe ele te levar pra qualquer lugar para ver o jogo, afinal de contas, seja no dia 12 ou em qualquer outro dia, o que importa é estar junto e feliz com quem a gente ama. Pode ter certeza, que ele vai amar ver que você ta torcendo com ele!

04 junho 2014

Look Esquecido no Tempo

Felicidade do dia: fuçar o HD e encontrar essas fotos esquecidas de um despretensioso dia de abril. Não era pra ser postado, por isso, ficou lá, guardado. Obra do destino, justamente agora que tô "precisada" de looks no blog e não dá pra fazer foto por aí enquanto me recupero da cirurgia. Yey! Não vamos ligar que elas estão muito ruins porque foram tiradas com o celular, vamos ignorar o cenário e focar no que interessa: a prodúúúú!



Simplicidade e originalidade: Um short jeans cintura alta da Marisa, um crooped soltinho da Farm, que resolvi usar dando um nozinho. Se fosse só isso, seria muita pele de fora, muita coisa a mostra, o que não acho legal, nem sensual, acho muito "piri". Então, a gente cobre um pouquinho jogando um poncho da She Inside! Esse dá pra ser usado tranquilo em Belém, com roupas leves. Completamos com a sapatilha que eu amo, da Miezko, pra seguir a linha sou-simples-mas-tenho-estilo. Ah, o colar com dentes é da Santé; dá o último toque boho.







02 junho 2014

#diariodaperneta: Dando as Caras, com Flores e Muleta!

Não tá fácil essa temporada sem andar, gente. Dia 20 de maio fez um mês que eu quebrei o tornozelo, mas até início do mês, eu achava que uma bota ortopédica ou um gesso resolveriam (o médico, no caso, né). Mas aí, o outro médico que me atendeu, o Papa da ortopedia, me disse que eu teria que operar! Aí, dia 13 eu entrei na faca e saí do hospital com 6 pinos e duas placas de titânio no pé! Junho começou e eu ainda não tô andando, agora que a vida vai começar a seguir, com a fisioterapia.

Aí, ainda tá muito difícil de sair de casa pra lugares não-acessíveis, e, mais ainda, de fazer looks legais pra postar aqui. Mesmo assim, eu me esforço, vai... Que é pra vocês não me abandonarem: afinal, relação é na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, e nós temos uma relacionamento sério aqui! Ou não? hahahaha

Esse foi um dos primeiros passeios que dei desde meu acidente com o skate: fui almoçar com a família, num domingo. Não, não dava pra fazer pose no Estação das Docas com esse pé. Aí, resolvi fazer aquele famoso selfie no espelho pra registrar que a gente fica manquinha, mas não perde a pose!





A pedida foi vestido florido soltinho da Farm e bolerinho de renda da She Inside (lembra daquela batinha que todo mundo tem? Pois é, eu também, mas pra ser diferente comprei um bolero). A bolsa com franjas comprei na Galeria Ouro Fino, em São Paulo, por 79 reais! O sapatinho é bem antigo, se não me engano, da C&A. E o mix de pulseiras de sempre,



O Batom é o Rebel, da M.A.C. 

























QUE BARRA!!!! A POBRE CADEIRANTE!

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